Mika, o que dispensa títulos.
Ele tem um brilho especial - e não por conta de seus habituais vestuários coloridos e inteiramente notáveis. Mika, cantor e compositor libanês radicado em Londres, ganhou a minha atenção em 2007, quando assisti pela primeira vez ao videoclip de “Gracy Kelly”, single energético, corajoso e cheio de aspirações, onde o artista enuncia em alto e boníssimo som: “I tried to be like Grace Kelly but all her looks were too sad. So I tried a little Freddie I’ve gone identity mad!“. O suficiente. Mika é digressivo e desconvencional, ao mesmo tempo que compacto e comum. Recentemente, descobri, porventura atrasada, “Happy Ending”, mais uma canção de sonoridade extremamente agradável do libanês – e linda – cujo videoclip se destaca pelo processo criativo. Dirigida pela dupla inglesa Alex e Liane, a produção combina o lúdico com uma dimensão de cores e efeitos de animação, o que compensa o fato de a música possuir uma letra excessivamente realista, beirando o pessimismo. Os diretores utilizam-se de elementos infantis para dispor as cenas e imprimem a personalidade evasiva do artista em um roteiro que corre antagonicamente a seu texto: “Happy Ending” é leve e faz com que, mais uma vez, Mika brinque e brinde os acontecimentos; sonhando com um final feliz, assim como eu e você – mesmo que, a cada amanhecer, seja acordado pelo despertador.
Vale um click.
Filed under: Uncategorized | 3 Comentários
Pesquisar
Oi amiga!!!! Adorei o seu blog. Voce arrasa na escrita huhu….. estou logada em vc… vou comentar assim mesmo. beijos… Lu!
O que me estranha é muita gente não conhece-lo.Prá mim Mika é um gênio.
Precisamos divulgá lo mais para que venha ao Brasil.
Mara, concordo plenamente com você. O Mika é demais. Beijos!