Felicidades à parte
10ago10
Eu prefiro a verdade inteira. Não aquela em goles, líquida, em soluços mal resolvidos, em previsões caseiras. Eu prefiro a verdade crua, na cara, abatida, pálida, recém chegada ao mundo e sólida. Recém nascida. Eu prefiro a verdade que doi – por ser verdade – e alimenta a vida, fazendo com que o impulso para seguir em frente supere a necessidade da dúvida e o medo de não existir mais. Mais o que? Torna-se vício aquilo que a gente não conhece. Deve ser pra aprender mais. E eu aprendi a não ter medo de ser. Depois de tudo, é só você. E eu prefiro assim: a inteligência, o domínio, a natureza sábia. Eu prefiro a qualquer outra coisa vulgar e carregada demais. Tudo que é de graça tem seu preço.
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Também prefiro a verdade! Por isso que devemos ser sempre sinceros com quem amamos, com nossos amigos e, principalmente, com nós mesmos!